"Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham, nem fiam. E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles".

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Alguns erros gramaticais e ortográficos mais comuns

Erros gramaticais e ortográficos devem, por princípio, ser evitados. Alguns, no entanto, como ocorrem com maior frequência, merecem atenção redobrada. Veja os cem mais comuns do idioma e use esta relação como um roteiro para fugir deles.
1 - "Mal cheiro", "mau-humorado". Mal opõe-se a bem e mau, a bom. Assim: mau cheiro (bom cheiro), mal-humorado (bem-humorado). Igualmente: mau humor, mal-intencionado, mau jeito, mal-estar.
2 - "Fazem" cinco anos. Fazer, quando exprime tempo, é impessoal: Faz cinco anos. / Fazia dois séculos. / Fez 15 dias.
3 - Para "mim" fazer. Mim não faz, porque não pode ser sujeito. Assim: Para eu fazer, para eu dizer, para eu trazer.
4 - "Há" dez anos "atrás". Há e atrás indicam passado na frase. Use apenas há dez anos ou dez anos atrás.
5 - "Entrar dentro". O certo: entrar em. Veja outras redundâncias: Sair fora ou para fora, elo de ligação, monopólio exclusivo, já não há mais, ganhar grátis, viúva do falecido.
6 - "Venda à prazo". Não existe crase antes de palavra masculina, a menos que esteja subentendida a palavra moda: Salto à (moda de) Luís XV. Nos demais casos: A salvo, a bordo, a pé, a esmo, a cavalo, a caráter.
7 - "Porque" você foi? Sempre que estiver clara ou implícita a palavra razão, use por que separado: Por que (razão) você foi? / Não sei por que (razão) ele faltou. / Explique por que razão você se atrasou. Porque é usado nas respostas: Ele se atrasou porque o trânsito estava congestionado.
8 - O resultado do jogo, não o abateu. Não se separa com vírgula o sujeito do predicado. Assim: O resultado do jogo não o abateu. Outro erro: O prefeito prometeu, novas denúncias. Não existe o sinal entre o predicado e o complemento: O prefeito prometeu novas denúncias.
9 - Quebrou "o" óculos. Concordância no plural: os óculos, meus óculos. Da mesma forma: Meus parabéns, meus pêsames, seus ciúmes, nossas férias, felizes núpcias.
10 - Chegou "em" São Paulo. Verbos de movimento exigem a, e não em: Chegou a São Paulo. / Vai amanhã ao cinema. / Levou os filhos ao circo.
11 - Vive "às custas" do pai. O certo: Vive à custa do pai. Use também em via de, e não "em vias de": Espécie em via de extinção. / Trabalho em via de conclusão.
12 - A última "seção" de cinema. Seção significa divisão, repartição, e sessão equivale a tempo de uma reunião, função: Seção Eleitoral, Seção de Esportes, seção de brinquedos; sessão de cinema, sessão de pancadas, sessão do Congresso.
13 - Vendeu "uma" grama de ouro. Grama, peso, é palavra masculina: um grama de ouro, vitamina C de dois gramas. Femininas, por exemplo, são a agravante, a atenuante, a alface, a cal, etc.
14 - O peixe tem muito "espinho". Peixe tem espinha. Veja outras confusões desse tipo: O "fuzil" (fusível) queimou. / Casa "germinada" (geminada), "ciclo" (círculo) vicioso, "cabeçário" (cabeçalho).
15 - Não sabiam "aonde" ele estava. O certo: Não sabiam onde ele estava. Aonde se usa com verbos de movimento, apenas: Não sei aonde ele quer chegar. / Aonde vamos?
16 - Ela era "meia" louca. Meio, advérbio, não varia: meio louca, meio esperta, meio amiga.
17 - A corrida custa 5 "real". A moeda tem plural, e regular: A corrida custa 5 reais.
18 - "Cerca de 18" pessoas o saudaram. Cerca de indica arredondamento e não pode aparecer com números exatos: Cerca de 20 pessoas o saudaram.
19 - Tons "pastéis" predominam. Nome de cor, quando expresso por substantivo, não varia: Tons pastel, blusas rosa, gravatas cinza, camisas creme. No caso de adjetivo, o plural é o normal: Ternos azuis, canetas pretas, fitas amarelas.
20 - Queria namorar "com" o colega. O com não existe: Queria namorar o colega.
21 - Chegou "a" duas horas e partirá daqui "há" cinco minutos. indica passado e equivale a faz, enquanto a exprime distância ou tempo futuro (não pode ser substituído por faz): Chegou há (faz) duas horas e partirá daqui a (tempo futuro) cinco minutos. / O atirador estava a (distância) pouco menos de 12 metros. / Ele partiu há (faz) pouco menos de dez dias.
22 - Sentou "na" mesa para comer. Sentar-se (ou sentar) em é sentar-se em cima de. Veja o certo: Sentou-se à mesa para comer. / Sentou ao piano, à máquina, ao computador.
23 - Eles "tem" razão. No plural, têm é assim, com acento. Tem é a forma do singular. O mesmo ocorre com vem e vêm e põe e põem: Ele tem, eles têm; ele vem, eles vêm; ele põe, eles põem.
24 - Chamei-o e "o mesmo" não atendeu. Não se pode empregar o mesmo no lugar de pronome ou substantivo: Chamei-o e ele não atendeu. / Os funcionários públicos reuniram-se hoje: amanhã o país conhecerá a decisão dos servidores (e não "dos mesmos").
25 - Comeu frango "ao invés de" peixe. Em vez de indica substituição: Comeu frango em vez de peixe. Ao invés de significa apenas ao contrário: Ao invés de entrar, saiu.
26 - Se eu "ver" você por aí... O certo é: Se eu vir, revir, previr. Da mesma forma: Se eu vier (de vir), convier; se eu tiver (de ter), mantiver; se ele puser (de pôr), impuser; se ele fizer (de fazer), desfizer; se nós dissermos (de dizer), predissermos.
27 - A tese "onde"... Onde só pode ser usado para lugar: A casa onde ele mora. / Veja o jardim onde as crianças brincam. Nos demais casos, use em que: A tese em que ele defende essa idéia. / O livro em que... / A faixa em que ele canta... / Na entrevista em que...
28 - A modelo "pousou" o dia todo. Modelo posa (de pose). Quem pousa é ave, avião, viajante, etc. Não confunda também iminente (prestes a acontecer) com eminente (ilustre). Nem tráfico (contrabando) com tráfego (trânsito).
29 - O pai "sequer" foi avisado. Sequer deve ser usado com negativa: O pai nem sequer foi avisado. / Não disse sequer o que pretendia. / Partiu sem sequer nos avisar.
30 - "Causou-me" estranheza as palavras. Use o certo: Causaram-me estranheza as palavras. Cuidado, pois é comum o erro de concordância quando o verbo está antes do sujeito. Veja outro exemplo: Foram iniciadas esta noite as obras (e não "foi iniciado" esta noite as obras).
31 - Já "é" 8 horas. Horas e as demais palavras que definem tempo variam: Já são 8 horas. / Já é (e não "são") 1 hora, já é meio-dia, já é meia-noite.
32 - A festa começa às 8 "hrs.". As abreviaturas do sistema métrico decimal não têm plural nem ponto. Assim: 8 h, 2 km (e não "kms."), 5 m, 10 kg.
33 - Ficou "sobre" a mira do assaltante. Sob é que significa debaixo de: Ficou sob a mira do assaltante. / Escondeu-se sob a cama. Sobre equivale a em cima de ou a respeito de: Estava sobre o telhado. / Falou sobre a inflação. E lembre-se: O animal ou o piano têm cauda e o doce, calda. Da mesma forma, alguém traz alguma coisa e alguém vai para trás.
34 - "Ao meu ver". Não existe artigo nessas expressões: A meu ver, a seu ver, a nosso ver.

sábado, 9 de outubro de 2010

Por que professores e escolas não caem nas redes sociais?

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Simão Marinho, da PUC-MG, fala sobre as dificuldade de integrar educação e sites
Uma pesquisa realizada pelo Ibope revelou que 87% dos usuários de internet do país utilizam uma rede social - 83% deles usam esses serviços para finalidades pessoais. É legítimo supor que estudantes e professores também se relacionam por meio daqueles sites. Contudo, se as redes são hoje território da amizade, da diversão e da paquera, ainda é difícil pensar em usos pedagógicos para a ferramenta. Pelo menos é isso que conclui Simão Marinho, coordenador do programa de pós-graduação em educação da PUC-MG e assessor pedagógico do programa Um Computador por Aluno, do governo federal. “A escola é como uma cidade com muros que a limitam. Já o Facebook ou o Orkut são inverso disso – são praças públicas onde podemos encontrar todo o tipo de elemento”. E isso, segundo o especialista, assusta escolas e professores. Confirma a seguir os principais trechos da entrevista com Marinho, convidado a falar sobre o tema em um painel especial da Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que se encerra neste domingo.
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As redes sociais já fazem parte da educação?
Do ponto de vista pedagógico, acredito que ainda não há nenhum impacto das redes sociais virtuais na educação. Fora da escola, ou mesmo para entrar em contato com os amigos da escola, os alunos fazem uso das redes – Orkut, Facebook, MySpace –, mas elas ainda não são usadas para outros fins.

Quais os entraves à aproximação entre escolas e redes digitais?
A primeira dificuldade está na estrutura da escola e na postura do professor. Dificilmente, eles chegariam ao modelo ideal de rede, que é aquela que não tem centro, não tem comando nem poder. Dentro dessa estrutura, vejo uma enorme dificuldade para a escola fazer uso dessas redes porque seria preciso que os que os professores não se sentissem comandando alunos, determinando tarefas. Além disso, existem alguns riscos nas redes sociais que a escola não quer assumir, como o da segurança, do bullying e da pedofilia. Por tudo isso acredito que hoje a escola não está na rede, e a rede não está na escola.

A liberdade característica das redes sociais é um empecilho?
Sim. A escola é como uma cidade com muros que a limitam. Já o Facebook ou o Orkut são inverso disso – são praças públicas onde podemos encontrar todo o tipo de elemento, do mais benigno ao mais nocivo. Isso sem dúvida é um complicador, porque nem todos que estão ali são os parceiros de escola.

Se a escola ainda não está na rede, o senhor sente uma demanda dos alunos para que ela esteja? Acho que os alunos não estão interessados nesse envolvimento. Se você descola da questão educacional, eles se envolvem nas redes e até abordam questões ligadas à escola, mas não são questões ligadas ao aprendizado. Tive acesso a uma pesquisa nos Estados Unidos onde a maioria dos alunos pedia aos professores que não estabelecessem contato nas redes sociais. É como se dissessem: ‘Acabou a hora da aula, não quero mais falar com você’. Isso acontece, em parte, porque os alunos usam essas redes inclusive para criticar os professores. O Orkut, por exemplo, tem aquelas comunidades ‘Eu odeio o professor fulano’. Então os alunos não querem o professor na rede. Com esse tipo de uso, a escola fica ainda mais desconfiada em usar as redes.

Fora da sala de aula, os alunos e até os professores fazem uso das redes sociais por lazer.
Transformar esse lazer em aprendizado é um desafio?
É um grande desafio. O ideal seria que o aprendizado tivesse o mesmo gosto saboroso do lazer e fosse uma fruta tão tentadora e suculenta quando a fruta da diversão. Porque os alunos e professores vão atrás disso nas redes sociais, eles querem a conversa afiada com o amigo, trocar ideias, fazer planos para o fim de semana. Algumas escolas isoladamente já conseguiram superar esse desafio, mas são poucas. Não estou dizendo que não funcione, mas acredito que ainda não encontramos a fórmula para isso.

Quais seriam as vantagens de uma escola integrada às redes sociais?
A vantagem maior seria que as escolas, os professores e os alunos conversassem entre si e trocassem experiências. Mas a discussões deveria girar em torno da educação ou a rede social vira apenas um playground, uma área de lazer e entretenimento. E para que isso aconteça é preciso que cada nó dessa rede tenha uma importância e contribua para a discussão, porque a comunicação por esse meio pressupõe igualdade, sem ninguém controlando as cordinhas da rede. E acredito que esse seja um complicador para as escolas.

O que escolas e educadores devem evitar em matéria de redes sociais?
Os professores não devem reprisar na virtualidade aquilo que está acontecendo na sala de aula, ou seja, devem buscar expandir na internet os conteúdos ensinados na escola. Os conteúdos são importantes, mas tratar de assuntos que extrapolem o aprendizado também pode ser interessante. Por exemplo, professores e alunos podem discutir o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) nas redes sociais. Podem – e devem – discutir o vestibular, dificuldades, carreira. Se a escola começar a criar essas espaços e fóruns, pode ser que a rede funcione. 

Alguns entusiastas defendem que o bom uso das redes sociais pode funcionar como catalisador da reinvenção da escola. O senhor acredita nisso?
Isso é coisa de entusiasta! Não podemos jogar na ferramenta o peso da inovação pedagógica. Nenhuma máquina muda a escola. O que muda a escola é o professor e não acredito que apenas o fato de ele se integrar a uma rede social mude alguma coisa. Antes disso, ele precisa entender que a educação hoje tem um outro significado. Hoje o professor já não é a única fonte de informação que ele aluno tem. Ele precisa entender que o papel dele é criar estratégias para que o aluno aprenda, seja com a escola, com a internet, com o celular ou com o livro.

O senhor é assessor pedagógico do programa do governo federal Um Computador por Aluno (UCA). O que de fato os alunos desenvolvem com a ajuda do computador?
Com o computador, eles têm acesso a fontes de informações diversas, além de ter nas mãos a possibilidade de se expressar por linguagens multimidiáticas. O laptop do UCA é computador, comunicador, telefone, câmera de vídeo e fotográfica, gravador digital, entre outros. Ele é fundamentalmente um instrumento para a linguagem múltipla que eu utilizo quando preciso. E junto com a discussão da inovação tecnológica tentamos discutir a inovação pedagógica. E só assim poderemos transformar a escola.

Fonte:
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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Prêmio Nobel de Literatura - Ano 2010

O Prêmio Nobel de Literatura de 2010, Mario Vargas Llosa agradeceu e comemorou em suas primeiras palavras na conferência de imprensa em Nova York, onde está ministrando um curso sobre Borges. 
O peruano Mario Vargas Llosa confessou "chocado e incentivou muito" DEPOIS de ter sido agraciado com ou Prémio Nobel da Literatura em 2010.

O recentemente premiado com o Nobel disse que tudo começou com um telefonema do secretário-geral da Academia Sueca. "Depois que começou essa loucura e não tive tempo para pensar um pouco o que este prêmio".
Por outro lado, lembrou que ele vai continuar a escrever: "Eu não vou parar de escrever é minha maneira de viver, que organiza a minha vida, sustenta e é também uma forma de gozo e prazer que me deu. literatura ".
Dada a pergunta esperada das discrepâncias que tem com o colega laureado com Gabriel García Márquez, Vargas Llosa optou por não discutir esta questão e simplesmente fazer a sua apreciação pública para a instrução "amor" por ocasião do escritor colombiano deste prêmio.
O autor de "A Cidade e os Cães" (1962), "La Casa Verde (1965), antaleón P e Especial '(1973) e" Tia Julia e o roteirista" (1977) receberá 10 milhões de coroas suecas ( 1.000.000 €) para o prêmio.  Sua novela seguinte, 'O Sonho do Celtic ", é publicado de novembro próximo.


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Jorge Mario Pedro Vargas Llosa, escritor e estudioso do cidadão peruano e espanhol em 1993, é um dos inovadores do romance realista. Ele também cultiva o jornalismo e a crítica de cinema e arte, com prêmios de trabalho máxima outorgada hispânica: Príncipe de Astúrias de las Letras (1986, compartilhado com Rafael Lapesa), Metro (1993 e Morte nos Andes) e Cervantes ( , 1994). Ele nasceu em 28 de março de 1936 em Arequipa (Peru).

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Los días de la semana











Hola chicos, ¿qué tal les va? Bueno, hace algunas semanas he empezado a enseñar a unos nuevos alumnos que nunca habían tenido contacto con la lengua española, pero bueno, eso les pasa a muchos incluso me pasó a mí hace mucho tiempo, y una cosa que percibo es que cuando estamos aprendiendo el habla española hacemos mucha relación con el portugués y eso en muchos casos nos ayuda, sin embargo en otros no. Es sobre eso que me gustaría hablar hoy, en especial sobre el uso de los días de la semana.
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Bueno, los días de la semana son: el lunes, el martes, el miércoles, el jueves, el viernes, el sábado y el domingo.
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La primera cosa que tenemos que poner atención es que son todos masculinos diferentemente del portugués, ya que en portugués son femeninos, excepto el sábado y el domingo, bueno pero algo más importante todavía es como usarlos.
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En portugués tenemos una forma más culta (gramaticalmente correcta) y otra más informal, si es que puedo decirlo así, por ejemplo:

·                         João, quando você joga futebol? Eu jogo às quartas e aos domingos. Ou, eu jogo nas quartas e nos domingos.
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Bueno, esa pregunta en español quedaría así:
·                         Juan, ¿cuándo juegas al fútbol? Juego los miércoles y los domingos.
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Entonces, cuando hacemos la relación con el portugués imaginamos que:
À(s) en español es igual a: a la(s);
Ao es igual a: al;
Aos es igual a: a los;
Na(s) es igual a: en la(s);
No es igual a: en el;
Nos es igual a: en los.
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Esto no está mal, pero no vale para el uso de los días de la semana y otros períodos de tiempo como semanas, meses, semestres y años por ejemplo. Por eso cuando decimos que (jogo às quartas ou nas quartas) en español solamente usamos el artículo y no utilizamos las preposiciones. Así que cuando nos pregunten cuando hacemos algo solamente usaremos el artículo con el día de la semana, algunos ejemplos:
¿Cuándo Ud. estudia? Yo estudio todos los sábados. (yo estudio los sábados)
¿Cuándo va a la fiesta? Voy el martes. (voy el martes)
¿Cuándo vienen sus padres? Vienen el miércoles próximo. (ellos viene el miércoles próximo)
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Ojalá haya quedado claro. Pongan atención al usar los días de la semana, recuerden que solamente usamos el artículo con el nombre del día.
Hasta luego.
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Fonte: 
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domingo, 3 de outubro de 2010

Campanha do TSE na TV está errada! É o fim da picada!

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Não basta o Supremo assumir prerrogativas do Congresso e mudar a lei a três dias da eleição, com o apoio entusiasmado deste incrível Ricardo Lewandowski, membro do tribunal e presidente do Tribunal Superior Eleitoral. É preciso também desinformar.
A campanha do TSE na TV está simplesmente errada. Diz o texto que o eleitor não será impedido de votar se levar um documento oficial com foto. Para começo de conversa: só energúmenos fazem campanha publicitária na negativa. Seria mais ou menos como um anunciante de biscoito dizer que você NÃO terá prejuízos se consumir o produto. Mas isso é detalhe. O essencial é outra coisa.
A informação está errada. O eleitor SÓ VOTA se apresentar o documento oficial com foto. A mensagem que foi ao ar sugere que ele TAMBÉM pode votar se levar tal documento.
Entenderam a diferença?
Temos “otoridades” que fazem o contrário do que se espera delas: pagamos o salário dessa gente para que melhorem a nossa vida, mas elas pioram. Isso tudo significa dinheiro jogado fora.  Além de criar muita confusão nos locais de votação.
Mais ainda: o que o Congresso tentou, no ano passado, foi aumentar a segurança do voto, exigindo, além do título, o documento com foto. Depois de toda a lambança, o resultado é que o título se tornou obsoleto, e o documento é que se tornou obrigatório. Como este não traz a seção de votação, forma-se uma verdadeira muvuca nas escolas em que há votação. Estão todos de parabéns! Nunca tantos se reuniram para piorar o que era razoavelmente eficiente.
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Por Reinaldo Azevedo
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sábado, 25 de setembro de 2010

À vista e a prazo

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Você quer pagar como?
Quem quer pagar, quer pagar de alguma maneira. 
O vocábulo vista pede um artigomaneira pede uma preposição.
A maneira que eu quero pagar é a vista.  
A (preposição)+a (artigo)= à (a craseado).
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Já em “Você quer prazo para pagar?”, "Quer pagar a prazo?"...
Eu preciso de prazo para pagar.
Quem quer pagar a prazo, precisa discutir qual é o prazo.
O vocábulo prazo não exige o artigo, embora em determinadas vezes apareça o artigo o ou um [mas nunca o artigo feminino a], que quando unidos à uma preposição, teríamos do ou de um, popularmente "dum".
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“À vista” comporta o acento grave (ainda que seja discutível), mas “a  prazo” nunca, pois é uma palavra masculina.
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Adaptado do blog “Herrar é umano”, In: errarparaacertar.blogspot.com
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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Texto em Inglês para Iniciantes: Housewife


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Abaixo você lerá um texto voltado para alunos iniciantes. Porém, antes de ler o texto é importante reponder algumas perguntas para que você tenha uma noção sobre o tema central do texto. Depois você aprenderá algumas
chunks of language utilizado no texto e que servirão como base para que você compreenda melhor o texto.
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·         Você sabe o significado da palavra 'housewife'?
·         Em sua opinião, ser uma 'housewife' é um trabalho difícil ou não?
·         O que uma 'housewife' faz no seu dia a dia?
·         Você acha que 'housewives' deveriam receber um salário pelo trabalho que fazem?
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Antes de ler o texto, pratique os chunks abaixo. Caso não saiba a pronúncia de alguma palavra, entre no site do MacMillan Dictionary, procure a palavra que deseja. Quando ela aparecer clique no botão 'pronunciation' que estará ao lado dela. Uma dica para que você fixe esses chunks é anotá-los em uma folha de papel. Faça uma coluna para os chunks em inglês e outra para os chunks em português. Pratique os chunks em inglês em voz alta. Só leia o texto quando estiver com a maioria desses chunks na ponta da língua e fixos na memória.
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·         I worked for [eu trabalhei para], you're really lucky [você tem muita sorte], stay at home [ficar em casa], all day [o dia todo], I'm very busy [eu vivo muito ocupada], I get up [eu acordo, eu levanto], fix breakfast [preparar o café da manhã], take (someone) to school [levar (alguém) para a escola], I look after [eu tomo conta de], during the day [durante o dia], do the laundry [lavar a roupa], do the shopping [fazer as compras, fazer o supermercado, fazer o rancho], do the cleaning [limpar a casa, fazer a limpeza], do the cooking [fazer a comida, cozinhar], a very difficult job [um trabalho muito díficil
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Agora leia o texto a seguir e identifique [circule, grife] os chunks que você viu acima. Não se preocupe com detalhes de gramática [regras], preposições, palavras isoladas, etc. Apenas identifique os chunks que você viu acima.
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Before I got married, I worked for a large company. I was a secretary. Now I'm a housewife. I don't like it when people say, "Oh, so you don't work" or "You're really lucky.
I'd like to stay at home all day". They don't understand I'm very busy all day. I get up before my husband to fix breakfast for him and the children. Then I take my son Henrique to school. I have another son, Miguel, who is four, so I look after him during the day. I do the laundry, I do the shopping, I do the cleaning, I do the cooking. It's a very difficult job.
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Agora releia o texto e procure prestar atenção ao que está sendo dito. Depois responda as perguntas abaixo:
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·         Foi mais fácil interpretar o texto tendo praticado os chunks of language antes da leitura?
·         Você conseguiu ler com mais fluência ou teve de parar para interpretar as palavras isoladamente?
·         Escolha cinco chunks vistos acima que você quer ter como os seus favoritos no dia de hoje.
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Para fixar melhor o texto e caso você tenha tempo, faça uma cópia do texto. Ou seja, reescreva-o em uma folha de papel. Mas deixe algumas palavras de fora. Isso mesmo! Ao invés de copiar o texto todo, escolha 10 palavras e no lugar delas deixe um espaço em branco. Depois de algum tempo, volte a ler a sua cópia e tente preencher com as palavras que estiver faltando. Só então, veja se sua cópia está de acordo com o texto original.
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sábado, 18 de setembro de 2010

Nossa língua escrita e falada numa abordagem irreverente

Da arquitetura à política, o lobby perdeu a inocência
Lobby, aquilo que em última análise derrubou Erenice Guerra da Casa Civil, sempre foi uma palavra cercada de sentidos escusos. Ou melhor, nem sempre: quando se limitava ao campo semântico da arquitetura e queria dizer apenas vestíbulo amplo, salão situado na entrada de um prédio público, o termo inglês lobby era moralmente neutro, além de vetusto – um filho do latim medieval laubia ou lobia, “área coberta diante de um monastério”. Só mais tarde ele ganharia a acepção que o Houaiss registra como “atividade de pressão de um grupo organizado (de interesse, de propaganda etc.) sobre políticos e poderes públicos, que visa exercer sobre estes qualquer influência ao seu alcance, mas sem buscar o controle formal do governo”.
Os dois sentidos de lobby são menos desconectados do que parece. O primeiro deu origem ao segundo por metonímia: já em 1808, era registrada pela primeira vez por um dicionário americano a acepção de atividade exercida por aqueles cidadãos que se aglomeravam no lobby das casas legislativas à espera dos políticos que saíam do plenário, em busca de um corpo a corpo que fizesse avançar na esfera pública a causa de interesses privados. A palavra desembarcou no Brasil em algum momento do século 20 (o Houaiss não sabe precisar qual), mas isso não significa que não existisse antes como prática sem nome.
De lá para cá o lobby cresceu, profissionalizou-se, virou uma indústria. Não à toa, uma das primeiras medidas de Barack Obama ao ser empossado, em janeiro do ano passado, foi impor restrições à forte cultura lobística americana, numa tentativa de criar maior transparência na administração pública. Vale lembrar que lobby não é sinônimo de atividade escusa. No entanto, como uma zona de fronteira não institucionalizada entre a esfera pública e a esfera privada, suas áreas de sombra são terreno fértil para o crescimento de pragas como tráfico de influência, compra e venda de favores, propinas – numa palavra, corrupção.

Fonte:
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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

O ANALFABETO POLÍTICO

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O pior analfabeto
É o analfabeto político,
Ele não ouve, não fala,
Nem participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe o custo da vida,
O preço do feijão, do peixe, da farinha,
Do aluguel, do sapato e do remédio
Dependem das decisões políticas.
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O analfabeto político
É tão burro que se orgulha
E estufa o peito dizendo
Que odeia a política.
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Não sabe o imbecil que,
da sua ignorância política
Nasce a prostituta, o menor abandonado,
E o pior de todos os bandidos,
Que é o político vigarista,
Pilantra, corrupto e lacaio
Das empresas nacionais e multinacionais.
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Bertolt Brecht foi ensaista, poeta e dramaturgo (1898-1956)
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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Erros ortográficos e gramaticais

Confira os 10 erros gramaticais

 Erros gramaticais e ortográficos devem, por princípio, ser evitados. Alguns, no entanto, como ocorrem com maior frequência, merecem atenção redobrada. Veja a lista com dez entre os mais comuns do idioma e use esta relação como um roteiro para fugir deles.
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1 - "Fazem" cinco anos. O verbo “fazer”, quando exprime tempo, é impessoal, isto significa que o verbo não se flexiona para o plural.
Ex.: Faz cinco anos. / Fazia dois séculos. / Fez 15 dias.
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2 - Preferia ir "do que" ficar. Prefere-se sempre uma coisa a outra: Preferia ir a ficar. É preferível segue a mesma norma: É preferível lutar a morrer sem glória.
3 - Vive "às custas" do pai. O certo: Vive à custa do pai. Use também em via de, e não "em vias de": Espécie em via de extinção. / Trabalho em via de conclusão.
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4 - Não sabiam "aonde" ele estava. O certo: Não sabiam onde ele estava. Aonde se usa com verbos de movimento, apenas: Não sei aonde ele quer chegar. / Aonde vamos?
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5 - "Cerca de 18" pessoas o saudaram. Cerca de indica arredondamento e não pode aparecer com números exatos: Cerca de 20 pessoas o saudaram.
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6 - Blusa "em" seda. Usa-se de, e não em, para definir o material de que alguma coisa é feita: Blusa de seda, casa de alvenaria, medalha de prata, estátua de madeira.
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7 - Não "se o" diz. É errado juntar o se com os pronomes o, a, os e as. Assim, nunca use: Fazendo-se-os, não se o diz (não se diz isso), vê-se-a, etc.
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8 - A promoção veio "de encontro aos" seus desejos. Ao encontro de é que expressa uma situação favorável: A promoção veio ao encontro dos seus desejos. De encontro a significa condição contrária: A queda do nível dos salários foi de encontro às (foi contra) expectativas da categoria.
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9 - Já "foi comunicado" da decisão. Uma decisão é comunicada, mas ninguém "é comunicado" de alguma coisa. Assim: Já foi informado (cientificado, avisado) da decisão. Outra forma errada: A diretoria "comunicou" os empregados da decisão. Opções corretas: A diretoria comunicou a decisão aos empregados. / A decisão foi comunicada aos empregados.
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10 - O fato passou "desapercebido". Na verdade, o fato passou despercebido, não foi notado. Desapercebido significa desprevenido.
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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Problema de pontuação

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O ricaço, nas últimas, escreve o testamento às pressas, esquecendo a pontuação: “deixo meus bens à minha irmã não ao meu sobrinho jamais será paga a conta do alfaiate nada dou aos pobres”.
O sobrinho pontuou: “Deixo meus bens à minha irmã? Não. Ao meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada dou aos pobres”.
A irmã pontuou: “Deixo meus bens à minha irmã. Não ao meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada dou aos pobres”.
O alfaiate: “Deixo meus bens à minha irmã? Não. Ao meu sobrinho? Jamais. Será paga a conta do alfaiate. Nada dou aos pobres”.
Chega um descamisado: “Deixo meus bens à minha irmã? Não. Ao meu sobrinho? Jamais. Será paga a conta do alfaiate? Nada. Dou aos pobres”.
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